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20/08/2010 / Marcio Kohara

Preview [WRC] – Rali da Alemanha

Preciso publicar os Previews do Col um pouco mais cedo. Não é a primeira vez que sai um Preview com o evento já em andamento… Mas enfim. Chegamos a nona etapa do Campeonato Mundial de Rali com o Rali da Alemanha. O país mais rico da Europa volta a receber o WRC depois de um ano de espera. Pode-se dizer que o WRC chega a Alemanha num climão bravo de fim de festa. Afinal, o campeonato de pilotoes e o de equipes está praticamente definido, com Sebastien Loeb e a Citroen-Total com uma mão e meia na taça. Sem contar que estamos nas últimas aparições dos carros WRC, que estão na ativa desde 1995 e marcaram uma geração inteira de fãs da categoria.

O rali teutônico é um dos mais interessantes da temporada. Afinal, trata-se de um rali sobre asfalto que utiliza cenários bem próximos mas, ao mesmo tempo, bastante distintos. Podemos ilustrar esta diversidade falando das estradas da região vinícola do Mosel, bem cuidadas e estreitas -que lembram um pouco o cenário de Monte Carlo- e as especiais nos Panzerplates da base de Baunholder, que serviam como pistas de testes da Divisão Panzer da Alemanha Nazista -com estradas de concreto, mais assemelhadas a um rali de terra. A questão é que vivemos o reinado de Sebastien I -o Cara-, que não vê tantos problemas neste tipo de variação de condições. Tanto é assim que, no evento em que Loeb conquistou a sua primeira vitória no WRC em 2002, mais ninguém venceu -em oito edições que fizeram parte do calendário do WRC.

A etapa é sediada na cidade de Trier, a cidade mais antiga da Alemanha. Fundada em 16 AC pelos romanos, passou pelas mãos dos franceses antes de se estabelecer como alemães. A cidade tem como uma de seus orgulhos a Universidade de Trier, uma das mais antigas do país (fundado em 1473). Um dos orgulhos da cidade é o seu mais conhecido filho o filósofo Karl Marx. Mas o principal cartão postal da cidade é a Catedral de São Pedro e a Igreja de Nossa Senhora, que fazem parte do Patrimonio da Humanidade da Unesco.

O ponto alto do rali é a passagem do rali pela especial Circus Maximus, de pouco mais de quatro quilômetros de extensão. A especial começou a ser utilizada em 2007, depois de uma reformulação do rali, e tem o centro da cidade de Trier como cenário para uma das especiais mais legais da temporada -que atrai a atenção de mais de 15 mil pessoas.

Entre os participantes, o destaque fica para François Duval, personagem de um texto aqui no Col outro dia. Duval correrá pela Stobart-Ford e tem possibilidade de chegar ao pódio da competição.

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